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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

DE QUEM É A CULPA PELA EXISTÊNCIA DO MAL?

De onde vem o mal? Quem criou o mal?

Essas perguntas estão entre as mais comumente feitas pelo homem. Basta olhar para a nossa sociedade caótica, repleta de violência e maldade por todos os lados que essas perguntas surgem naturalmente. Não há como negar a existência do mal, como pensam algumas pessoas; o mal não é uma questão de relatividade, é uma questão de absolutos. Tratam-se de perguntas sinceras, não são perguntas levianas. A dúvida com relação a origem do mal é uma dúvida razoável. Há milhares de anos o homem vem fazendo esta pergunta e nestes mesmos milhares de anos vem tentando respondê-la. Muitas respostas têm surgido, propostas pela filosofia e pelas religiões - as mais diferentes possíveis; porém, pouco ou nenhum consenso sobre o tema foi alcançado até hoje.

A Bíblia Sagrada - revelação de Deus para o homem sobre a existência, atributos e caráter de Deus; sobre a criação e queda do homem e de como Deus lidou com o pecado do homem; do relacionamnto de Deus com o homem antes e depois da queda; da redenção do homem caído pelo próprio Deus e do destino eterno da humanidade, sendo esta uma descrição muito resumida da Palavra de Deus - aborda a questão do mal como condição moral presente na criação após a queda do homem. O mal, segundo a Bíblia, é tanto o pecado em si como a conseqüência do pecado.  Todo pecado é um ato moral gerado no interior do homem; esse ato é sempre fruto da sua natureza caída, que se inclina tendenciosamente para maldade.

Mesmo no homem redimido - e isso só ocorre quando ele reconhece a sua natureza e os seus atos dela derivados como malignos e, então, volta-se para Cristo arrependido e reconhecendo Nele a única solução para o seu estado espiritual e moral distanciado de Deus - habita a antiga natureza, caída. A diferença é que agora há nele não mais uma natureza apenas (a maligna, caída), mas há também uma nova natureza, gerada pelo Espírito Santo em seu homem interior. Eis a fonte de lutas internas e externas que os cristãos sinceros (sinceros, não meros "freqüentadores de igreja") continuamente travam - suas duas naturezas. Paulo, apóstolo de Cristo, travou essas batalhas. Note o que ele diz: "Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte? Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado." (Rm 7.15-25)

Observe que Paulo já havia sido convertido à Cristo aqui, porém estava enfrentando batalhas interiores intensas porque nele havia duas naturezas, cada uma direcionando-o a um tipo específico e mutuamente contraditório de vida e de atitude. Por isso mesmo outro apóstolo, João, afirma: "Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós." (I Jo 1.8) Porém, como há duas naturezas, o genuíno cristão não vive na prática do pecado, esse não é mais o seu estilo de vida. Na dependência do Espírito Santo, o cristão pode triunfar na batalha interior: "PORTANTO, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito. Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte." (Rm 8.1,2) A lei do pecado e da morte, que levava Paulo ao conflito relatado em Romanos 7 é vencida pela (e somente por ela) Lei do Espírito de vida. Isso significa impecabilidade? Não, de forma alguma. Mas significa vitória sobre o pecado, liberdade do seu jugo escravizador ("porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça." - Rm 6.14) sempre que o cristão desejar fazê-lo.

Romanos 8 é, assim, a vitória sobre o pecado garantida pelo sacríficio de Cristo, assegurando que o cristão pode vencer o pecado sempre que escolher fazê-lo. Mas, e se porventura não escolher a lei do Espírito de vida na hora da tentação - afinal, "não há homem que não peque"? João responde: "Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. MEUS filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo." (I Jo 1.7; 2.1,2)

Se o leitor observou com cuidado a leitura dos textos, percebeu que existe algo que não foi escrito diretamente até então, mas cuja realidade é notória. Trata-se da capacidade de escolha do homem, escolher entre o bem e o mal, entre o certo e o errado. Isso chama-se livre arbítrio. Deus, o Supremo Criador de todo o Universo, dotou os seres inteligentes que Ele criou com a mesma capacidade volitiva que Ele possui - o livre arbítrio. Assim, tanto o homem quanto os anjos possuem esta capacidade, de fazer escolhas. Inteligência é mais do que a capacidade de fazer cálculos avançados, ou planejar e construir grandes realizações como edifícios, carros, aviões, barcos ou mesmo pisar na Lua. Inteligência é a capacidade de escolher fazer ou não estas coisas, de escolher agir ou não agir acerca de um determinado tema. Não há inteligência num computador avançado - no sentido que estamos definindo aqui; ele apenas realiza as funções para as quais foi construído, mas não pode escolher não realizá-las. Programe um computador - uma máquina construída pelo homem - para resolver um sistema de equações diferenciais parciais e ele o fará; programe para calcular elementos finitos (um cálculo específico da engenharia) e ele o fará.

Deus não criou "computadores biológicos", de forma alguma. Ele não "programou o homem" - ou os anjos - para adorá-Lo ou servi-Lo ou mesmo crer Nele. Não, isso são escolhas que o homem pode ou não fazer; assim, são escolhas que o homem faz ou não faz porque possui a capacidade para tal. Ao criar o homem e os anjos, Deus dotou-os com a mesma capacidade volitiva. A ambos, Deus manifestou a Si mesmo - o Seu caráter, a Sua natureza e a Sua Verdade, mostrando o certo e o errado, cabendo então a cada um fazer sua própria escolha. Assim, Deus criou o homem (não a máquina) perfeito, com plena capacidade emocional e espiritual de fazer o bem. Deus alertou-o acerca do que Ele considerava mal e das conseqüências de uma escolha de fazer o mal, de forma que quando o homem caiu em pecado, no Éden, ele o fez possuindo todas as condições de não o fazê-lo se assim o quisesse e com total consciência das conseqüências desse ato. E dessa atitude - pecar, ou seja, desobedecer a Deus - derivou-se toda a maldade que hoje se vê na humanidade - e as suas conseqüências terríveis.

Abre parênteses: o pecado - o mal absoluto - atingiu o homem não apenas em seu caráter, mas também em seu próprio corpo. Todas as mutações malignas, todos os defeitos congênitos, todos os aleijões, o retardamento mental, dentre outros, são conseqüência do pecado cometido no Éden e que se alastrou por toda raça humana, de geração a geração. Isso não quer dizer que o pai ou a mãe tenha cometido algum pecado que estaria assim sendo julgado em seu filho inocente, não é isso que estou afirmando. Porém, o que estou afirmando é que o pecado cometido passou a agir não apenas de forma moral, mas também de forma biológica e celular, levando todas as funções biológicas a se deteriorarem não apenas com o tempo - o envelhecimento, mas independente do mesmo. Todas as funções corpóreas antes perfeitas - dentre elas a reprodução humana - foram e ainda estão sendo severamente danificadas pelo pecado. Com o pecado, a morte entrou na raça humana; morte também é a deterioração do corpo. Gênesis relata que naquele tempo (após a queda do Éden) passaram a existir gigantes na Terra (Gn 6.4) e o gigantismo é uma alteração biológica humana. Isso não é Karma, como querem as religiões espíritas; isso é justiça, ou seja, justa consequência por nossos pecados. Impunidade é coisa humana, não divina. Fecha parênteses.

Deus criou o homem em pecado? Não, o homem escolheu pecar. Deus amou o homem que criou e ensinou-Lhe o que era certo, mas o homem escolheu agir deliberadamente de forma contrária aos ensinos de Deus. Uma mãe gera o seu filho e o ensina tencionando sempre seu bem; mas se esse filho deliberadamente escolher tornar-se um assassino ou malfeitor, a culpa é da mãe que sempre o amou e o ensinou o bem, ou do próprio filho, que escolheu não dar ouvidos aos ensinos e admoestações de sua mãe? A resposta é óbvia. Ninguém diz a mãe de um assassino, "porque pariste esse infeliz és tão responsável quanto ele por seus assassinatos"; contudo, tencionamos culpar o Criador pelas escolhas desastrosas de Sua criação. Não é à toa que está escrito: "De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados." (Lm 3.39) Enfatizo novamente: tudo isso é o justo pagamento, o justo salário por nossos pecados, desde o Edén até hoje em dia. Se nem o próprio Deus escapou ao sofrimento produzido pelo pecado em Sua criação, como queremos nós vivermos impunes aos nossos próprios crimes? Sim, Jesus - o Verbo (Deus) que se fez carne e habitou entre nós - sofreu injustamente (porque Nele nunca houve pecado algum) com os pecados da humanidade em seu próprio corpo.

Abre parênteses: O Senhor Jesus - Deus conosco - foi dado por Seu Pai, saindo do Ceú, Sua morada desde a Eternidade - para se fazer carne a fim de sofrer por nossos pecados para que pudéssemos ser salvos. Você sairia de sua casa para um lugar distante, sabendo que você estaria saindo para inevitavelmente morrer naquele lugar? E o que você pensaria se seu pai ou sua mãe, sabendo que você sofreria horrores e acabaria morto com requintes de crueldade, ainda assim mandasse você para este lugar? E pior: para morrer por pessoas que não dão à mínima para você ou para seu pai ou mãe? No mínimo, ou você diria que seus pais enloqueceram ou que eles não te amam mais (se é que amaram um dia). Pois é, a Bíblia diz que "Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (Jo 3.16) Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo juntamente, em eterna harmonia, decidiram que Jesus morreria pela humanidade pecadora. E assim foi feito, sem toscanejar - e isso tudo por Amor, amor por alguém que não tinha nada para ser amado desse jeito, com essa intensidade e demonstração! "Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores." (Rm 5.6-8) Fecha parênteses.

Assim, está demonstrado que o mal que grassa a humanidade é o resultado da nossa desobediência e rebelião à Vontade expressa de Deus. Mas ainda resta um ponto: o homem caiu primariamente no Éden porque foi tentado (na verdade, o homem caiu porque sua mulher, Eva, foi tentada, caiu e então levou o homem para a mesma condição sob total aquiescência do homem). Quem foi o agente tentador? Foi a maldita serpente, o diabo! Mas quem é esse diabo e de onde ele veio? Foi Deus quem o criou, esse ser repugnante, 100% maligno?

O diabo originalmente não era diabo. Ele tornou-se diabo. Antes dessa transformação espiritual, revela-nos a Bíblia que ele era um querubim ungido, um santo anjo de Deus. O profeta Ezequiel, profetizando contra o maligno príncipe de Tiro, um tipo do próprio Satanás, nos revela como tudo aconteceu: "Filho do homem, levanta uma lamentação sobre o rei de Tiro, e dize-lhe: Assim diz o Senhor DEUS: Tu eras o selo da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura.  Estiveste no Éden, jardim de Deus; de toda a pedra preciosa era a tua cobertura: sardônia, topázio, diamante, turquesa, ônix, jaspe, safira, carbúnculo, esmeralda e ouro; em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti. Na multiplicação do teu comércio encheram o teu interior de violência, e pecaste; por isso te lancei, profanado, do monte de Deus, e te fiz perecer, ó querubim cobridor, do meio das pedras afogueadas. Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei, diante dos reis te pus, para que olhem para ti. Pela multidão das tuas iniqüidades, pela injustiça do teu comércio profanaste os teus santuários; eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo, que te consumiu e te tornei em cinza sobre a terra, aos olhos de todos os que te vêem. Todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti; em grande espanto te tornaste, e nunca mais subsistirá." (Ez 28.1-19)

Esse anjo, criado perfeito, foi também criado com livre arbítrio, como os demais anjos de Deus e como o homem. Por causa da sua extrema beleza e resplendor ele achou-se no direito de ser igual a Deus. Observe o que diz Isaías: "Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte. Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. E contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo. Os que te virem te contemplarão, considerar-te-ão, e dirão: É este o homem que fazia estremecer a terra e que fazia tremer os reinos?" (Is 14.12-16) Seu pecado - querer ser igual ao Altíssimo - produziu uma terrível transformação nesse ser espiritual. Toda a sua beleza, toda a sua formosura, toda a glória de Deus em sua vida foram, para sempre, perdidas. E ele não foi o único a cair. A Bíblia nos revela que um terço dos anjos resolveu deliberadamente seguir a Satanás, proclamando-o como senhor no lugar de Deus, pecando voluntariamente, seduzidos pelo diabo, que os envolveu com o orgulho e a inveja contra Deus: "Viu-se, também, outro sinal no céu, e eis um dragão, grande, vermelho,com sete cabeças, dez chifres e, nas cabeças, sete diademas. A sua cauda arrastava a terça parte das estrelas do céu, as quais lançou para a terra" (Ap 12.1-4a).

O que aconteceu, após essa rebelião de Satanás no céu, após ele ter arrastado um terço dos anjos com ele? João escreve: "Houve peleja no céu: Miguel e seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos. Todavia, não prevaleceram. Nem mais se achou no céu o lugar deles. E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo, sim, foi atirado para a terra, e com ele, os seus anjos" (Ap 12.7-9). Esta passagem recorda o momento no céu quando Satanás promoveu uma rebelião contra a suprema autoridade de Deus. Naquele tempo ele era conhecido como Lúcifer, um anjo que tinha grande autoridade. Mas Lúcifer queria ser como Deus. Então, recrutando a terça parte dos anjos, encabeçou uma rebelião contra o Todo-Poderoso. Mas Deus expulsou Lúcifer do céu, acompanhado pelos outros anjos rebeldes. Todo o céu exultou com a vitória. O diabo perdeu a guerra, bem como o seu lugar no céu. Não é à toa que Pedro escreve:  "Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar. Resisti-lhe firme na fé, certos de que sofrimentos iguais aos vossos estão se cumprindo na vossa irmandade espalhada pelo mundo” (I Pedro 5: 8-9).

Sem nos alongarmos em demasia, podemos concluir que:

1) O mal surgiu do bem, não direta, mas indiretamente, pelo mau uso do poder bom chamado liberdade, ou seja, da capacidade de escolher entre fazer o bem ou não - não fazer o bem é fazer o mal. Não fazer nada ou fazer o mal é pecado. Assim, omissão é pecado: "Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado." (Tg 4.17)

2) Por que Deus não destrói o mal? Deus jamais forçaria as pessoas a escolherem livremente o bem, porque a liberdade forçada seria uma contradição à sua Palavra e ao Seu próprio ser. Logo, Deus não pode destruir literalmente todo o mal sem aniquilar o livre-arbítrio. A única maneira de destruir o mal seria destruindo o bem do livre-arbítrio. Logo, se Deus destruísse todo o mal, teria de destruir também todo o bem do livre-arbítrio. Mas, apesar de Deus não aniquilar o mal, Ele pode (e irá!) derrotá-lo e, ao mesmo tempo, preservar o livre-arbítrio. Assim, ainda que o mal não possa ser destruído sem destruir o livre-arbítrio, ele pode ser derrotado.

Deus não é culpado pela existência do mal; mas Sua criação escolheu o mal como modo de vida. Cabe a nós, agora, voltarmos as nossas vidas para o Bem Supremo, para a solução de todo o mal - Jesus! Escolha o Senhor Jesus, ou passe a eternidade desfrutando da sua não-escolha, que é a maldade em essência e prática (aliás, recusar a Cristo é talvez a maior prova de que o homem é maligno pecador). Escolha luz, ou viva para sempre nas trevas! Atente para aquele que do céu lhe exorta à convversão, para a Palavra de Deus, ou farte-se com sua vida rebelde e distante de Deus. Só não diga que Deus é o culpado e que você não pode escolher porque não havia opção de escolha ou porque você não foi avisado!

"Vês aqui, hoje te tenho proposto a vida e o bem, e a morte e o mal. Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência" (Dt 30.15,19).  

Pense nisso. Deus está te dando visão de águia!

Um comentário:

  1. Neste assunto é possível notar que alguns,tem dúvidas sinceras.Outros,porém,só desejam "tirar o corpo fora",jogar suas responsabilidades para terceiros.Alguns,até mesmo ousam culpar o Próprio Deus...Muitos não perceberam ainda o tamanho do estrago,da destruição,do caos,causados pelo pecado.Pensam que foi coisa de pequena monta,ou trata-se ,quando muito,de conversa de pastor.O que pode-se ver é que o pecado existe,está aí,com seus tentáculos trazendo toda sorte de maldição e consequências.E mais,o tempo está terminando.O relógio,o calendário não param.O juízo já está declarado faz tempo e o Justo Juiz está às portas.Quantos vivem de qualquer maneira,supondo que tudo não passa de historietas,que não existe o inferno,que erros são apenas pequenos deslizes,causados por falta de educação,ou por espíritos-baixos que necessitam se "desenvolver".Triste ilusão!Perigoso engano...

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